terça-feira, 27 de outubro de 2020

Resinas da INEOS Composites ajudam construtoras a conquistar a certificação LEED

A construção civil lidera o consumo brasileiro de compósitos, um tipo de plástico que associa resinas e reforços mecânicos, como fibras de vidro. Essa fatia deve seguir aumentando, graças à combinação entre a crescente pressão ambiental sobre as construtoras e a presença no Brasil de matérias-primas derivadas de fontes renováveis e recicláveis. É o caso da família de resinas Envirez™, produtos ambientalmente amigáveis fabricados pela multinacional inglesa INEOS Composites.

Para corresponder ao apelo da sustentabilidade, cada vez mais as construtoras estão buscando carimbar os seus empreendimentos com certificações “verdes”. A mais tradicional é a LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental, em tradução livre). A certificação de um edifício conforme as exigências da LEED requer uma pontuação mínima em determinados critérios, e é em um deles, o “Materiais e Recursos”, que as resinas Envirez™ se encaixam – podem ser usadas na fabricação de fachadas, revestimentos, perfis, pias e assentos sanitários, entre centenas de outras aplicações.

“Em peso, o conteúdo de matéria-prima renovável dessas resinas varia de 8% a 22%, enquanto a quantidade de material reciclado pode chegar a 47%. Tais características atendem às exigências de sustentabilidade da LEED”, explica Márcia Cardoso, porta-voz do departamento técnico da INEOS Composites.

Etanol de milho e soja são as fontes renováveis usadas na formulação dessas resinas, enquanto o material reciclado é oriundo de garrafas PET pós-consumo.

Frente aos polímeros derivados totalmente de petróleo, prossegue Márcia, a produção das resinas Envirez™ apresenta uma redução do consumo de energia de 800 a 3800 BTU/libra. “Já as resinas com conteúdo reciclado diminuem em 7000 BTU/libra a demanda por energia durante a fabricação”, calcula.

Na prática, isso significa que um fabricante de pias cuja produção anual é de 50 mil unidades – cada uma pesando, em média, 13 kg –, reduz o seu consumo de energia em 300 barris de petróleo, ou 150 toneladas de óleo.

Entre os benefícios econômicos da certificação LEED, Márcia ressalta que os edifícios tendem a apresentar menores despesas com água, energia e manutenção. “Há um movimento global em prol dessa homologação. Nos EUA, por exemplo, todos os prédios governamentais devem ser ter a certificação LEED. Agora, queremos oferecer às construtoras brasileiras opções de materiais que as ajudem a seguir essa tendência”, completa.

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