quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Tecniplas mostra soluções em tancagem na Fenasan


A Tecniplas, referência brasileira em tanques e equipamentos especiais de compósitos em PRFV (Plástico Reforçado com Fibras de Vidro), participa mais uma vez da Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan), evento que acontece entre os dias 03-05/10, em São Paulo. Conhecida por ter fabricado o maior tanque de PRFV do Brasil – com 15 m de diâmetro, armazena até 3,5 milhões de litros –, a Tecniplas pretende divulgar na Fenasan não só os seus megatanques, mas também os reservatórios que produz de acordo com as padronizações das concessionárias de água e esgoto. “Por exemplo, uma das exigências mais comuns é a inclusão de pontos de descanso, estruturas compostas por plataformas intermediárias e escadas”, explica José Roberto Vasconcellos, gerente comercial da Tecniplas. Outra determinação das concessionárias diz respeito à coloração das resinas utilizadas na fabricação das paredes dos tanques.

“Ajustamos o tom dos polímeros que processamos para que fiquem mais escuros. Assim, o líquido envasado não sofre qualquer influência da luz solar”, detalha. A Tecniplas também mostrará na Fenasan a importância de contemplar nos projetos dos tanques a influência das cargas de vento. Por conta das recentes mudanças climáticas, tem crescido no Brasil o número de ocorrências causadas pela maior velocidade das rajadas. “Projetamos os reservatórios sujeitos a cargas de ventos com a adição de anéis de reforço, que os protegem contra as pressões externas e evitam amassamentos que podem danificar a estrutura”. Os tanques da Tecniplas para aplicações em saneamento podem ter até 15 m de diâmetro e armazenar 4,5 milhões de litros. Frente aos tradicionais reservatórios de concreto, garantem diversas vantagens, como maior estanqueidade e vida útil superior.

“Concessionárias como Sabesp, em São Paulo, Corsan, no Rio Grande do Sul, e Casan, em Santa Catarina, já operam com os nossos tanques”. Fundada em 1976, a Tecniplas mantém uma fábrica de 32 mil m² em Cabreúva, no interior de São Paulo. Seus produtos também são consumidos pelas indústrias de álcool e açúcar, papel e celulose, cloro-soda, química e petroquímica, fertilizantes e alimentos.